"O que Lénin e Trotsky não atingiram com o fim de conduzir as forças que dormitam no bolchevismo para a vitória final, será obtido através da política mundial da Europa e América." - Rosenberg 1930

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Alemanha: não-Ariana dentro de uma geração

Germany: Nonwhite in One Generation

The ongoing Third World invasion of Germany will create a nonwhite majority in the 20- to 30-year-old age group within just four years, and a nonwhite majority within one generation, a new statistical analysis based on official German census figures has shown.











The analysis, carried out by Professor Adorján F. Kovács from the Goethe-Universität at Frankfurt am Main, was published in The European magazine in Germany under the title “Truths about the Refugee Crisis” (Wahrheiten zur Flüchtlingskrise).

Professor Kovács said that proponents of the current “unprecedented immigration” such as Chancellor Angela Merkel argue that “one, two, or three million are only a few compared to the 79–80 million people who currently live in Germany.”

This claim, Professor Kovács, says, is simply wrong because it does not take into account the age demographic which the influx is affecting.

He goes on to point out that figures released by the German Federal Office for Migration and Refugees (Bundesamt für Migration und Flüchtlinge, or BAMF), show that the nonwhite invaders are almost exclusively limited to people aged between 20 and 35 years of age, or even younger.

A much more accurate picture of the influx can be obtained when it is compared to the already existing German population within this same age group, Professor Kovács says.

The official Federal Statistical Office currently counts some 15 million people in this age group in Germany, he continues, adding that the “proportion of people with an immigrant background in this age group is about 3.5 million people.”


























In other words, the current native—European—German population aged between 20 and 35, excluding the new wave of invaders, stands at 11.5 million people.

Working on a rough figure of around a million invaders coming to Germany every year for the next few years—and the real figure may be higher—it is perfectly reasonable to expect a total “asylum-seeking” population in Germany of between three and four million by the year 2020.

This is, however, only the tip of the iceberg. Presuming, Professor Kovács says, that only half this number will actually be granted asylum and stay in Germany, this means that there will be around two million successful applicants by 2020.

“The fact that the majority of so-called asylum seekers are men, means that in almost all the cases, a successful bid for family reunification will be made.
“This will add between three and eight extra persons per successful asylum seeker, which means that by 2020 the total number of this group will be in excess of eight million.”


The fact that that are currently only 11.5 million European Germans in the 20- to 30- year-old age group means that by 2020—just four years away—white Germans will be an outright minority in this age category.

“Of the 23 million people in this country who are between 20 and 35 years, approximately 11.5 million people have a migration background within five years,” Professor Kovács says.

Furthermore, the higher birth rate of immigrants “has not even been factored in,” he continued.

“You have to think ahead 30 years. If the majority, that is, more than 50 percent of those now living in Germany are elderly, and will have died within that time, it takes no imagination to get an idea of the composition of the future German population.”

The conclusion is inevitable: either Germany will take political steps to halt and reverse the current Third World invasion, or it will become a majority nonwhite country within one generation.

FONTE: Daily Stormer

1 comentário:

Gang2 Ervilha disse...

Esse homem está a tocar bem no problema que os políticos mundialistas escondem á população alemã. É perfeitamente claro que desejam destruir a raça branca. E digo mais, a sociedade alemã, se continuar assim, vai perder todo o seu brilho industrial e levar toda a Europa para o abismo. Toda a Europa depende do bom desenvolvimento da economia alemã. Os mundialistas assim o conceberam, e não é por acaso que atacam os grandes países industriais da Europa, tais como a França, Alemanha e Inglaterra. Jamais, se porventura chegar-mos a esse ponto que o pesquisador fala, os afro-árabes terão 1/100 do rendimento profissional de um alemão, ou europeu. Isso significa que a Alemanha será uma sociedade á imagem dos países do Magrebe, ver ainda pior, de um Sudão.

A meu ver, os alemães vão acordar, talvez um pouco tarde, e será uma guerra civil que se alastrará por toda a Europa. Falo sobretudo nos países do centro da Europa, que têm uma imigração fortemente muçulmana. Países como o nosso, poderão ficar afastados desse tipo de guerra civil, visto que os nossos imigrantes na sua grande maioria não são muçulmanos mas sim cristãos, o que faz com que haja um entendimento e uma certa compreensão que jamais um muçulmano terá face a uma sociedade contrária aos princípios islâmicos. Há que realçar o papel do pária, que impulsiona esta confrontação entre europeus e invasores afrp-árabes. É o único que se prontifica a beneficiar com toda esta balbúrdia da qual ele mesmo é o provocador. Mas talvez o vento mude de direcção sem que o tenha previsto nos seus planos mundialistas. Aí vamos ajustar contas, com ele e seus lacaios. E que não venham dizer que não sabiam, ou que não poderiam prever tal fim... como dizia Venner: "... O europeu vai acordar. Quando ? Não sei, apenas sei que ele vai acordar, apenas não sei dizer quando."