"O que Lénin e Trotsky não atingiram com o fim de conduzir as forças que dormitam no bolchevismo para a vitória final, será obtido através da política mundial da Europa e América." - Rosenberg 1930

domingo, 8 de janeiro de 2012

maçonaria controla 80% do parlamento


Passos Coelho entregou ao MP relatório sobre caso Ongoing, que negou aos deputados. Dois líderes parlamentares maçons, no PS e PSD, dirigem 182 deputados

Alegando segredo de Estado, Passos Coelho recusou enviar ao Parlamento um inquérito interno ao SIED. Só que entretanto mudou de ideias e desclassificou-o, não informando a AR, mas permitindo assim à investigação criminal em curso ter mais dados para avançar.
A propósito das ligações maçonaria-Parlamento-serviços de Informações, o DN perguntou a deputados de várias bancadas se veriam com bons olhos a necessidade de os políticos maçons declararem publicamente esta sua filiação. E muitos disseram que sim, sendo um deles mesmo um dos raros maçons assumidos de São Bento (Rui Paulo Figueiredo, deputado do PS e número dois de uma das principais obediências maçónicas nacionais, a GLLP).
São às dúzias os maçons no Parlamento. Entre eles os líderes das duas maiores bancadas. Juntos, Luís Montenegro (PSD) e Carlos Zorrinho (PS) dirigem 182 deputados - quase 80% do plenário parlamentar.

FONTE


e numa altura em que se fala muito da influência da maçonaria na política, não passou despercebida esta notícia.
depois de Passos Coelho, também o seu correligionário, o maçon Relvas volta a valorizar e a defender a emigração de portugueses, ou seja, o esvaziamento do país... mas desta vez, já não apenas a «emigração» em abstracto, mas sim uma emigração muito específica. aquela emigração para o atlântico Sul, para latitudes mais «quentes», «lusófonas» e longe da Europa, como garante que é a «nossa vocação», pensamento muito típico da escumalha universalista.

1 comentário:

Anónimo disse...

maçónico fdp:


maçónico filhodaputa:

«O ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, defendeu hoje que Portugal deve “olhar para outros mundos” e menos para a Europa e valorizou a existência de uma nova emigração protagonizada por uma “juventude bem preparada”.»