FONTE: Fórum Skadi
segunda-feira, 4 de abril de 2011
quarta-feira, 30 de março de 2011
produtor de série suspenso por dizer a verdade
Midsomer Murders producer suspended over race row
The producer of ITV1's Midsomer Murders has been suspended after saying the drama "wouldn't work" if there was racial diversity in the show.
Brian True-May, who co-created the series, told the Radio Times the long-running drama was a "last bastion of Englishness" and should stay that way
(...)
Of his all-white portrayal of rural life in Britain's murder capital he said: "Maybe I'm not politically correct."
(...)
Mr True-May added: "We just don't have ethnic minorities involved. Because it wouldn't be the English village with them. It just wouldn't work."
(...)
"The definition of old fashioned English village here I'm afraid, doesn't include multi-ethnicity," he said.
(...)
"We have to be careful about seeking out something that offends us and then complaining. I would not want the viewers of Midsomer Murders complaining about something I liked." (Ash Atalla)
(seleccionei as passagens que achei mais interessantes, mas para ler tudo ver aqui):
FONTE
até parece mentira de dia 1 de Abril, não é? pois, mas ainda faltam 2 dias, (além desta notícia ser de 15 de Março) e, definitivamente, não é brincadeira.
bem-vindos à realidade "democrática" e "plural" dos dias de hoje. tanto o produtor (Brian True-May), como a série (Midsomer Murders) foram suspensos, porque...a série não tem alienigenas como manda a «moralidade obrigatória» e «correcta» dos dias que correm. e porque o produtor afirmou sem medo, que ele não era «politicamente correcto» (sic) e que a série não funcionava com não-brancos e que não retrataria bem a realidade das vilas inglesas (felizmente ainda pouco tocadas pelo multiculturalismo)
resultado: tudo suspenso! e para a próxima, não se atrevam a desafiar o 11º mandamento: a sociedade é multicultural e acabou-se! mesmo nos sítios e ocasiões em que não é, passa a sê-lo por decreto e é se queres conservar o teu emprego e reputação.
caso contrário, se não tens cuidado, e «ofendes» muito os alienígenas, ainda acabas é a ver o Sol aos quadrados.
que grande e maravilhosa «democracia de tipo ocidental»! o fascismo e nazismo é que eram maus e totalitários! pois claro...
jovem sueca assassinada por...«jovem»

eis Ephrem-Tadele-Yohannes, o violador e assassino da jovem sueca Elin Krantz que colaborava com a organização "anti-racista" "Vi gillar olika". para que no futuro, jovens semelhantes a esta, saibam e vejam o resultado daquilo que defendem. que, pelo menos, possa servir de lição...senão a todas, pelo menos a algumas.
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segunda-feira, 28 de março de 2011
FN francesa sobe
(...)
«A abstenção atingiu um valor recorde de 53,7 por cento. Quem clama vitória é mesmo Marine Le Pen, a líder da Frente Nacional, o partido da extrema-direita. O partido da extrema-direita ganha terreno, apesar de ter tido apenas 11,7 por cento dos votos.
“Temos uma Frente Nacional que progrediu claramente da primeira para a segunda volta”, comentou Frederic Dabi, do instituto de sondagens francês Ifop. “Apesar de ter tido poucos eleitos, o crescimento do partido mostra que a frente republicana talvez tenha sido vencida”, concluiu.
Uma sondagem publicada este domingo dá a Marine Le Pen uma passagem garantida à segunda volta das presidenciais de 2012, face a um dos rivais socialistas Dominique Strauss-Kahn, Martine Aubry ou François Hollande. Para trás fica Nicolas Sarkozy, a não ser que o candidato do PS seja Segolène Royal.»
FONTE
quinta-feira, 24 de março de 2011
quarta-feira, 23 de março de 2011
regime moribundo
XVIII Governo Constitucional:
Primeiro-ministro, José Sócrates ----------------------------------------------» maçon
Ministro da Presidência do Conselho de Ministros: Pedro Silva Pereira -----» judeu
Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros: Luís Amado --------------» judeu
Ministro de Estado e das Finanças: Fernando Teixeira dos Santos ---------» maçon
Ministro da Defesa Nacional: Augusto Santos Silva -------------------------» maçon
Ministro da Administração Interna: Rui Pereira -----------------------------» judeu e maçon
Ministro da Justiça: Alberto Martins -----------------------------------------»
Ministro da Economia, Inovação e Desenv. : José Vieira da Silva ---------»
Ministro da Agricultura, Desenv. Rural e Pescas: António Serrano --------»
Ministro das Obras Públicas: António Mendonça ---------------------------» judeu (o do TGV Lx-Madrid)
Ministra do Ambiente e Ordenamento do Território: Dulce Pássaro -------»
Ministra do Trabalho e da Solidariedade Social: Helena André ------------»
Ministra da Saúde: Ana Jorge -----------------------------------------------»
Ministra da Educação: Isabel Alçada ----------------------------------------»
Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior: Mariano Gago ---------»
Ministra da Cultura: Gabriela Canavilhas ------------------------------------»
Ministro dos Assuntos Parlamentares: Jorge Lacão -------------------------»
segunda-feira, 21 de março de 2011
Pombal, inimigo da raça
4º conde de Tarouca, João Gomes da Silva (1671-1738), filho secundogénito dos 1ºs marqueses de Alegrete e conde de Tarouca pelo casamento. Reputado erudito, desempenhou importantes tarefas diplomáticas, entre as quais se destaca uma longa permanência na corte austríaca, onde se relacionou com o célebre Cavaleiro de Oliveira, que o ironizou nos seus escritos. As casas de Tarouca e Alegrete (depois unidas) faziam parte do grupo «puritano» da nobreza de corte, acusado de excluir as restantes casas de Grandes das suas alianças matrimoniais por as considerar contaminadas por sangue judeu ou mouro. Em 1768, um decreto pombalino obrigaria os sucessores das casas puritanas a casar-se fora do grupo.
FONTE: José Mattoso; História de Portugal - O Antigo Regime - Vol. IV (1620 - 1807) - pág.365
FONTE: José Mattoso; História de Portugal - O Antigo Regime - Vol. IV (1620 - 1807) - pág.365
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quinta-feira, 17 de março de 2011
dois pesos duas medidas
PJ lança caça ao homem
Branco, magro, alto, entre 1,75 a 1,85 metros. Na noite de sexta-feira, pelas 20h00, quando fugia a pé da rua César Oliveira, em Telheiras, Lisboa, levava vestido um casaco verde ou cinzento, calças de ganga, capuz na cabeça e um saco preto nas mãos. Tinha acabado de disparar três tiros sobre Marius Pereira, atingindo a vítima, 61 anos, com uma bala na cabeça. Supostamente para lhe roubar o carro, Mercedes.
FONTE
Branco, magro, alto, entre 1,75 a 1,85 metros. Na noite de sexta-feira, pelas 20h00, quando fugia a pé da rua César Oliveira, em Telheiras, Lisboa, levava vestido um casaco verde ou cinzento, calças de ganga, capuz na cabeça e um saco preto nas mãos. Tinha acabado de disparar três tiros sobre Marius Pereira, atingindo a vítima, 61 anos, com uma bala na cabeça. Supostamente para lhe roubar o carro, Mercedes.
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reparem no "bold" logo na primeira palavra. afinal a raça sempre interessa. mas só "às vezes". se a origem étnica fosse outra, a terminologia seria, muito provavelmente, "jovem". dois pesos, duas medidas.
terça-feira, 15 de março de 2011
quarta-feira, 9 de março de 2011
seis milhões?
terá sido aqui que foram buscar o tal número que repetem à exaustão, como sendo o suposto número de vítimas judaicas no Holoconto?
fica a questão no ar...com a certeza de que um dos pilares do marxismo sionista, é e sempre foi acusar os outros daquilo que eles próprios fazem.
a falsa acusação repetida até à exaustão é e sempre foi uma táctica para proteger o Estado comunista, seja ele na URSS, China ou outro país qualquer.
terça-feira, 8 de março de 2011
segunda-feira, 7 de março de 2011
Galliano comete sacrilégio
Dior cancela desfile da colecção Galliano
A casa de alta-costura Christian Dior cancelou o desfile da colecção outono-inverno 2011-2012 de John Galliano devido ao alvoroço vivido na casa com o despedimento do estilista por declarações racistas.
O estilista britânico não esteve disponível para o desfile de hoje, embora tenha supervisionado a colecção, noticia a agência AP.
Num testemunho efectuado na passarele antes da mostra da casa de moda francesa, o responsável máximo da Dior, Sidney Toledano, disse lamentar a situação causada pelas declarações antissemitas de Galliano.
O famoso estilista foi despedido na terça-feira depois de aparecer num vídeo difundido na internet em que referia que adora Hitler. Consta que o estilista inglês está em reabilitação no Arizona, mas a Dior escusa-se a comentar o seu paradeiro.
No desfile, Sidney Toledano considerou “intoleráveis” as declarações de Galliano em que proferiu injúrias racistas e antissemitas, noticiou a agência France Press.
“Lamentamos muito que o nome Dior possa ser arrastado na sequência das declarações do seu estilista”, acrescentou Sidney Toledano.
John Galliano, de 50 anos, trabalhava para a Dior há quinze anos.
A casa de alta-costura francesa anunciou na quarta-feira a decisão de despedir John Galliano, acusado de ter proferido ofensas racistas e antissemitas ao dizer que adora Hitler, difundidas num vídeo gravado num café parisiense e que circulou na internet.
FONTE
é assim o totalitarismo anti-ariano. Galliano, para a proxima já sabes...liberdades dessas apenas são permitidas para quem expressar admiração por assassinos como Lénine, Estaline, Mao, Churchill ou então gurus como o Obama e afins. por isso, se quiseres conservar o teu emprego, guarda as admirações para essas figuras e verás como continuas de pedra-e-cal no teu posto de trabalho. provavelmente até podes ser aumentado ou melhorado....
francamente, foste burro em ter tocado no dogma do semitismo. foi bem pior que sacrilégio...
A casa de alta-costura Christian Dior cancelou o desfile da colecção outono-inverno 2011-2012 de John Galliano devido ao alvoroço vivido na casa com o despedimento do estilista por declarações racistas.
O estilista britânico não esteve disponível para o desfile de hoje, embora tenha supervisionado a colecção, noticia a agência AP.
Num testemunho efectuado na passarele antes da mostra da casa de moda francesa, o responsável máximo da Dior, Sidney Toledano, disse lamentar a situação causada pelas declarações antissemitas de Galliano.
O famoso estilista foi despedido na terça-feira depois de aparecer num vídeo difundido na internet em que referia que adora Hitler. Consta que o estilista inglês está em reabilitação no Arizona, mas a Dior escusa-se a comentar o seu paradeiro.
No desfile, Sidney Toledano considerou “intoleráveis” as declarações de Galliano em que proferiu injúrias racistas e antissemitas, noticiou a agência France Press.
“Lamentamos muito que o nome Dior possa ser arrastado na sequência das declarações do seu estilista”, acrescentou Sidney Toledano.
John Galliano, de 50 anos, trabalhava para a Dior há quinze anos.
A casa de alta-costura francesa anunciou na quarta-feira a decisão de despedir John Galliano, acusado de ter proferido ofensas racistas e antissemitas ao dizer que adora Hitler, difundidas num vídeo gravado num café parisiense e que circulou na internet.
FONTE
é assim o totalitarismo anti-ariano. Galliano, para a proxima já sabes...liberdades dessas apenas são permitidas para quem expressar admiração por assassinos como Lénine, Estaline, Mao, Churchill ou então gurus como o Obama e afins. por isso, se quiseres conservar o teu emprego, guarda as admirações para essas figuras e verás como continuas de pedra-e-cal no teu posto de trabalho. provavelmente até podes ser aumentado ou melhorado....
francamente, foste burro em ter tocado no dogma do semitismo. foi bem pior que sacrilégio...
quarta-feira, 2 de março de 2011
o tratado de Fontainebleau
1807–1814Há episódios da nossa história que esquecemos por conveniência. A curta mas brusca turbulência criada no vortex das invasões napoleónicas e a tão rápida sucessão de acontecimentos por ela gerada, é um destes momentos que, embora fundador, embaraça aquilo que chamamos memória colectiva.
Quando, em Novembro de 1807, o Marechal Junot marchou sobre Lisboa como faca em manteiga, ainda viu na barra a esquadra que transportava a família real portuguesa em fuga para o Brasil. Com ela abalavam as melhores cabeças e os mais fidalgos brasões da corte, assim decapitando o reino. Bem pressentiu a louca Rainha Maria que nunca mais haveria de ver os areais de Belém, quando aos uivos se fincou nos varais da carruagem até ficarem alvos os nós dos dedos e serem os mordomos obrigados a quase lhe partir a mão para a soltar e embarcar.
Embora roto e exausto, o exército napoleónico garantiu o sossego público sem sobressalto de maior e com aliviada aprovação da burguesia e da pequenina nobreza lusitana que ficou para trás. O êxodo precipitado e atabalhoado da coroa retirou o pouco ânimo que sobrava aos partidários dos Braganças e deu alento às aspirações dos pedreiros livres. Porque uns entraram em Lisboa mal outros se foram, não houve azo a qualquer revolta ou golpe de mão.
Acto contínuo, Junot embrenhou-se nas questões administrativas do reino, para as quais levava indicações precisas do Imperador: aplicar o Tratado de Fontainebleau celebrado entre a França e a Espanha em Outubro desse ano de 1807, já o próprio Marechal se havia posto em marcha.
O corpo do que era Portugal foi retalhado em três partes: Os territórios compreendidos entre os rios Minho e Douro, foram regalados à recente dinastia dos Reis da Etrúria por troca com a Toscânia, que Napoleão tanto ambicionava. A cidade do Porto viu então flutuar o pavilhão azul e branco do juvenilíssimo Rei Carlos Luís, que por ter só 10 anos, se deixava governar por sua mãe a regente Maria Luíza de Borbón-Parma, filha do rei espanhol. A Invicta recebeu os monarcas com enorme gáudio pois assim via satisfeita uma velha ambição: a de ser uma capital europeia, a do Reino da Lusitânia Setentrional.
A província do Alentejo e o Reino dos Algarves passaram a formar um estado único, o Principado dos Algarves, e foi oferecida a Manuel de Godoy, o plenipotenciário valido de Carlos IV de Espanha, pelos magníficos serviços que prestara à coroa. Tamanha foi a satisfação deste plebeu – embora de coeva linhagem – em ascender à mais alta nobreza que, sem olhar a despesas celebrou o triunfo, deixando-se retratar por Goya, em pose majestática, na contemplação da bandeira conquistada.
O troço do meio que sobrou deste recortes, incorporando Trás-os-Montes, as Beiras, o Ribatejo e a Estremadura, que viria a designar-se tanto por Portugal propriamente dito, como por Lusitânia Meridional, sendo o maior e mais suculento, queria-o, em segredo, Junot para si mesmo. Desejava deste modo o Marechal antecipar-se aos feitos do seu camarada Jean-Baptiste Bernardotte que viria a ser entronizado rei da Suécia com o nome de Carl Johan, por ordem de Napoleão. E com o sucesso que hoje se reconhece.
Como é sabido, foi funesto o destino de tais planos. Com a debacle do Imperador Bonaparte em 1814 estes reinos dissolveram-se e reverteram para a coroa de Espanha conforme previa o próprio tratado de Fontainebleau. Para isso muito contribuiu o facto de os Braganças nunca terem regressado do Brasil, donde regeram um Império sui generis, afro-indo-sulamericano. Foram a única monarquia que se deslocou da velha Europa para as colónias e se estabeleceu no Novo Mundo.
Hoje a província do Minho integra a Galiza e a cidade do Porto contenta-se em ser a quarta da Região bem atrás de A Corunha e Vigo em grandeza e de Compostela em importância.
Aquilo que em tempos se chamava genericamente de Alentejo é agora a mancha de terra que liga a Estremadura ao mar.
Por seu lado o Algarve puxando os galões da sua velha condição de reino, resistiu a ser absorvido pela Andaluzia e alcandorou-se à posição de Região Autónoma.
O que a partir daqui foi designado por Reino de Portugal nunca perdeu certos e distintos privilégios, cujo fito era impedir que voltasse a haver motivos para uma sedição semelhante à de 1640. A coroa de Espanha foi pródiga e generosa com Lisboa, tratando a cidade como uma das jóias do reino, cuja importância nunca parou de crescer, até aos nossos dias.
Dizem os historiadores alternativos que poderia ter sido outro o desfecho deste momento histórico, se as diatribes no Parlamento Britânico do jovem cabo de guerra e deputado tory Arthur Wellesley, tivessem comovido o rei Jorge III a intervir na península Ibérica. Mas o monarca britânico considerou grande imprudência despejar uns batalhões do seu precioso exército nessas terras áridas num inútil exercício estratégico. Para mais, a vitória de Trafalgar, em Outubro de 1805, tinha garantido uma invulnerável supremacia britânica sobre os mares, mesmo estando os portos peninsulares na mão dos franceses. E o próprio Wellesley haveria de ter o seu instante de glória em Waterloo.
http://www.etudogentemorta.com/2010/08/1807/
gangs de «jovens» em desacatos
Confrontos entre grupos sábado à noite nas Seixalíadas, na Torre da Marinha
Mulher e criança feridas por dois gangs
Uma mulher e a filha de 12 anos ficaram feridas ao serem apanhadas no meio de um confronto entre gangs rivais, enquanto decorriam as Seixalíadas, no sábado à noite, no pavilhão municipal da Torre da Marinha, Seixal. Mãe e filha foram levadas ao Hospital Garcia de Orta, em Almada, para receber tratamento hospitalar.
FONTE
Mulher e criança feridas por dois gangs
Uma mulher e a filha de 12 anos ficaram feridas ao serem apanhadas no meio de um confronto entre gangs rivais, enquanto decorriam as Seixalíadas, no sábado à noite, no pavilhão municipal da Torre da Marinha, Seixal. Mãe e filha foram levadas ao Hospital Garcia de Orta, em Almada, para receber tratamento hospitalar.
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«jovens» esfaqueiam em Palmela
Proprietário de café esfaqueado durante um assalto
O proprietário do café-restaurante Bom-Bom, na Volta da Pedra, Palmela, foi esfaqueado oito vezes na terça-feira à noite quando tentava impedir um assalto ao estabelecimento, mas está livre de perigo.
"O meu marido estava dentro do estabelecimento quando apareceu um jovem a bater à porta e a pedir para comprar tabaco. Mal abriu a porta apareceram mais dois jovens, que deviam ter entre 16 e 20 anos, e foi aí que tudo começou", disse hoje à Lusa a mulher do homem agredido."Eles queriam forçar o meu marido a entrar para depois o imobilizarem e roubarem o que lhes apetecesse sem que ninguém desse por nada, mas como ele resistiu ainda na rua, convicto de que seria mais fácil que alguém se apercebesse do que se estava a passar, acabaram por o agredir com oito facadas, uma na barriga e as outras nas costas", adiantou.
Fernando Oliveira foi assistido no local pelo Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), tendo sido posteriormente transportado ao Hospital de São Bernardo, em Setúbal. Fonte hospitalar disse à Lusa que Fernando Oliveira permanece em observação, escusando-se a adiantar mais pormenores sobre o estado de saúde da vítima.
FONTE
O proprietário do café-restaurante Bom-Bom, na Volta da Pedra, Palmela, foi esfaqueado oito vezes na terça-feira à noite quando tentava impedir um assalto ao estabelecimento, mas está livre de perigo.
"O meu marido estava dentro do estabelecimento quando apareceu um jovem a bater à porta e a pedir para comprar tabaco. Mal abriu a porta apareceram mais dois jovens, que deviam ter entre 16 e 20 anos, e foi aí que tudo começou", disse hoje à Lusa a mulher do homem agredido."Eles queriam forçar o meu marido a entrar para depois o imobilizarem e roubarem o que lhes apetecesse sem que ninguém desse por nada, mas como ele resistiu ainda na rua, convicto de que seria mais fácil que alguém se apercebesse do que se estava a passar, acabaram por o agredir com oito facadas, uma na barriga e as outras nas costas", adiantou.
Fernando Oliveira foi assistido no local pelo Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), tendo sido posteriormente transportado ao Hospital de São Bernardo, em Setúbal. Fonte hospitalar disse à Lusa que Fernando Oliveira permanece em observação, escusando-se a adiantar mais pormenores sobre o estado de saúde da vítima.
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terça-feira, 1 de março de 2011
ministro da presidência gaba invasão
“Fico muito satisfeito por esta excelente notícia, sobretudo um reconhecimento internacional que honra e dignifica as políticas sociais em Portugal”
“a lei da nacionalidade portuguesa é considerada a melhor lei do mundo desenvolvido”
“no aspecto do reagrupamento familiar, que é tão importante para a realização e integração nas sociedades de acolhimento, Portugal está em primeiro lugar”.
“E nos aspectos que têm que ver com o acesso ao mercado de trabalho e à educação Portugal também aparece nos primeiros lugares”,
“é muito importante que neste momento de crise os países, a começar pelos europeus, permaneçam atentos ao respeito pelos direitos dos imigrantes”.
“Transformámos a política de integração de emigrantes num dos pilares de uma nova geração de políticas sociais. Com uma atitude humanista, atenta à integração dos imigrantes, uma postura simultaneamente de solidariedade e de justiça para com os imigrantes e que honra muito a tradição de um país de emigração”
numa altura destas de crise, regozijo profundo e nauseabundo com as «polítícas humanitárias» e, claro, como não poderia deixar de ser, o aceno com a bandeirinha do «país de emigração», o chavão chantagista do costume desta «gente». um país com centenas de milhar de desempregados (para não dizer mais), um país com milhares e milhares de pessoas em pobreza e extrema-pobreza, tem destes (des)governantes que se orgulham e dão-se ao luxo de elogiar políticas de integração de imigrantes, inclusive o seu acesso ao mercado em desfavor dos nacionais.
depois espantam-se com os números da crise, desemprego, pobreza, precariedade, etc, etc, vá-se lá saber o motivo desse espanto...
“a lei da nacionalidade portuguesa é considerada a melhor lei do mundo desenvolvido”
“no aspecto do reagrupamento familiar, que é tão importante para a realização e integração nas sociedades de acolhimento, Portugal está em primeiro lugar”.
“E nos aspectos que têm que ver com o acesso ao mercado de trabalho e à educação Portugal também aparece nos primeiros lugares”,
“é muito importante que neste momento de crise os países, a começar pelos europeus, permaneçam atentos ao respeito pelos direitos dos imigrantes”.
“Transformámos a política de integração de emigrantes num dos pilares de uma nova geração de políticas sociais. Com uma atitude humanista, atenta à integração dos imigrantes, uma postura simultaneamente de solidariedade e de justiça para com os imigrantes e que honra muito a tradição de um país de emigração”
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numa altura destas de crise, regozijo profundo e nauseabundo com as «polítícas humanitárias» e, claro, como não poderia deixar de ser, o aceno com a bandeirinha do «país de emigração», o chavão chantagista do costume desta «gente». um país com centenas de milhar de desempregados (para não dizer mais), um país com milhares e milhares de pessoas em pobreza e extrema-pobreza, tem destes (des)governantes que se orgulham e dão-se ao luxo de elogiar políticas de integração de imigrantes, inclusive o seu acesso ao mercado em desfavor dos nacionais.
depois espantam-se com os números da crise, desemprego, pobreza, precariedade, etc, etc, vá-se lá saber o motivo desse espanto...
Portugal 2º em políticas de imigração
Ranking de 31 países
Portugal mantém 2º lugar no ranking de políticas de migração
Portugal mantém-se no segundo lugar do ranking internacional de políticas de integração de migrantes, liderado pela Suécia e do qual constam 31 países.
Num comunicado hoje divulgado, a Presidência do Conselho de Ministros refere que para esta classificação "foi particularmente relevante o 1.º lugar atribuído a Portugal no 'ranking' do acesso à nacionalidade (com a Lei da Nacionalidade portuguesa a ser assim considerada como a melhor do mundo desenvolvido)".
A nota refere ainda "o 1.º lugar atribuído a Portugal nas políticas de reagrupamento familiar (na sequência da Lei de Estrangeiros, de 2007)".
Na preparação do relatório, que analisa 31 países da Europa e da América do Norte tendo em conta 148 indicadores, colaboraram também peritos e instituições independentes.
Portugal ficou ainda em 2.º lugar na integração dos imigrantes no mercado de trabalho (a Suécia lidera este ponto), 4.º no acesso dos imigrantes à educação (Suécia) e no acesso a autorizações de residência permanentes (Bélgica), 5.º nas políticas anti-discriminação (Canadá e Estados Unidos da América) e 7.º na participação política dos imigrantes (Noruega).
O comunicado lembra que o relatório "refere positivamente os Planos para a Integração de Imigrantes de 2007-2009 e de 2010-2013, a Lei de Estrangeiros, de 2007, os programas para reforçar a inserção dos imigrantes no mercado de trabalho e o reforço do Programa Escolhas, agora na sua 4.ª Geração".
FONTE
Portugal mantém 2º lugar no ranking de políticas de migração
Portugal mantém-se no segundo lugar do ranking internacional de políticas de integração de migrantes, liderado pela Suécia e do qual constam 31 países.
Num comunicado hoje divulgado, a Presidência do Conselho de Ministros refere que para esta classificação "foi particularmente relevante o 1.º lugar atribuído a Portugal no 'ranking' do acesso à nacionalidade (com a Lei da Nacionalidade portuguesa a ser assim considerada como a melhor do mundo desenvolvido)".
A nota refere ainda "o 1.º lugar atribuído a Portugal nas políticas de reagrupamento familiar (na sequência da Lei de Estrangeiros, de 2007)".
Na preparação do relatório, que analisa 31 países da Europa e da América do Norte tendo em conta 148 indicadores, colaboraram também peritos e instituições independentes.
Portugal ficou ainda em 2.º lugar na integração dos imigrantes no mercado de trabalho (a Suécia lidera este ponto), 4.º no acesso dos imigrantes à educação (Suécia) e no acesso a autorizações de residência permanentes (Bélgica), 5.º nas políticas anti-discriminação (Canadá e Estados Unidos da América) e 7.º na participação política dos imigrantes (Noruega).
O comunicado lembra que o relatório "refere positivamente os Planos para a Integração de Imigrantes de 2007-2009 e de 2010-2013, a Lei de Estrangeiros, de 2007, os programas para reforçar a inserção dos imigrantes no mercado de trabalho e o reforço do Programa Escolhas, agora na sua 4.ª Geração".
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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Portugal e a perda de Badajoz
Em cada Estado ibérico, as terras a Sul das respectivas fronteiras consideravam-se área de conquista sua. Os pormenores fronteiriços seguiam o quadro administrativo muçulmano do tempo que, como vimos, remontava quase sempre ao período romano. Portugueses, leoneses, castelhanos e aragoneses aceitavam em geral esse acordo básico que parecia lógico e impedia concorrências excessivas. Cláusulas mais precisas eram algumas vezes estabelecidas por escrito ou aceites oralmente mas havia casos em que cada parte violava as regras e se lançava à conquista na área do vizinho. Levaria tempo a dar a narrativa completa de tais eventos respeitantes a Portugal e a Leão. O que importa acentuar é que nunca duravam muito e que os altos e baixos das guerras obrigavam sempre um soberano mais ousado ou mais ambicioso a ter de abandonar esses ganhos ilegítimos. O ataque português a Badajoz e a sua perda servem como bom exemplo.
FONTE: A. H. Oliveira Marques, História de Portugal
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Guterres e os refugiados líbios
António Guterres diz que Europa deve dar prioridade ao sofrimento dos líbios
O receio de que refugiados líbios procurem a Europa não se pode sobrepor às mortes e ao sofrimento dos líbios, segundo palavras de António Guterres. O Alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados defende que se houver um êxodo líbio, a Europa deverá abrir as suas portas. Pormenores contados pelo correspondente da Antena1 em Bruxelas, Luis Ochoa.
FONTE
O receio de que refugiados líbios procurem a Europa não se pode sobrepor às mortes e ao sofrimento dos líbios, segundo palavras de António Guterres. O Alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados defende que se houver um êxodo líbio, a Europa deverá abrir as suas portas. Pormenores contados pelo correspondente da Antena1 em Bruxelas, Luis Ochoa.
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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
até o conselho europeu reconhece
Council of Europe warns on multiculturalism
The Council of Europe, guardian of the European convention on human rights, backs the growing number of heads of state denouncing multiculturalism as a failure, warning that it poses a threat to security
FONTE
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
espectro político

ora bem, analisando o espectro político europeu, podem-se tirar várias conclusões da análise. uma delas é que existem várias «esquerdas» e várias «direitas», existe por exemplo, uma esquerda liberal e uma esquerda autoritária, tal como uma direita liberal e uma direita autoritária. a esquerda liberal ou libertária, (vulgo anarquismo) distingue-se da autoritária populista (vulgo comunismo), embora partilhem coisas em comum.
da mesma forma, a direita liberal (vulgo neo-liberalismo...«neo» porque o liberalismo original é de esquerda ou centro-esquerda e não-económico) é diferente da direita autoritária (vulgo fascismo, ou outras "alas" tais como integralismo, sidonismo, miguelismo, absolutismo, etc).
outro ponto é verificarmos que a social-democracia tal como o socialismo democrático (PSD e PS em Portugal respectivamente) são centro-esquerda no espectro político Europeu, embora o PSD seja estranhamente considerado "direita" cá no burgo, apenas porque namora actualmente com políticas liberais e capitalistas, ainda que a social-democracia original, fosse uma tentativa de transição pacífica para um esquerdismo democrático (diferente do marxismo)
quanto à democracia-cristã, inspiradora do CDS, situa-se precisamente no centro, embora seja ela, tal como o próprio CDS, muitas vezes considerado como "direita" e, por vezes, até "direita radical".
isto é importante, para se ter uma ideia onde se situam realmente as forças políticas e os partidos adversos à corrente identitária, que não estão onde a comunicação social ou os media (e os esquerdistas) dizem que estão. os partidos de centro ou centro-esquerda, parecem opôr-se à esquerda radical...mas na realidade a oposição é só superficial e naquilo que é secundário, a economia (mesmo que seja quase a única coisa discutida na AR, nos debates da TV e afins)...porque na essência, na concepção da vida extra-económica, são mais parecidos do que se julga. são partidos "puxados" e "deslocados" pelo centro de gravidade esquerdista e giram à volta da esquerda radical, quase como satélites, concordando pela metade, e permitindo-se «discordar» aqui e ali, em aspectos menores, mas partilhando a essência politicamente correcta.não sei se no espectro político, o Nacionalismo é ou não (erroneamente) simplificado como "Fascismo" e colocado no mesmo saco. se o é, é erradamente. o Nacionalismo não é só Fascismo, não apenas pelas razões já abordadas em tópicos anteriores, como também porque a essência do Nacionalismo não é oligárquica como a do Fascismo, e nem forçosamente rígida e autoritária, entre outras coisas.
e, sobretudo, porque não esconde uma essência politicamente correcta por baixo da ponta do icebergue como o Fascismo faz.
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«multiculturalismo falhou» diz «CDS» holandês
Maxime Verhagen
FONTE
só agora reconhecem? antes tarde que nunca, já não era sem tempo.
pena que esse reconhecimento não implique medidas e tomadas de posição em conformidade e, provavelmente, sirva apenas para «enganar» alguns incautos e travar o crescimento do nacionalismo tal como já fizeram Merkel, Sarkozy e Cameron de «centro-direita» nos respectivos países.
um site lusitano de comédia
http://alusadac.do.sapo.pt/morteaonazi.html
é de rir até mais não com a «esquerdalha» lusitana «anti-nazi». ler e chorar por mais...
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
índice cefálico no Mundo
FONTE:
Die geografische Variabilität des Lengenbreitenindex des Kopfes (Kopfindex)
Egon Freiherr von Eickstedt (antropólogo alemão)
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
estatística do domínio judaico na URSS
“Haviam 384 comissários, incluindo 2 negros, 13 russos, 15 chineses, 22 armênios, E MAIS DE 300 JUDEUS. Do último número, 264 saíram dos Estados Unidos e foram para a Rússia desde a queda do governo imperial”.
Capt. Montgomery Schuyler, Vladivostok, 09/06/1919
observação: os judeus não constituiam mais de 1,5% da população da antiga URSS
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
parlamento quer fim da «raça» e «sexo»
Esquerda quer “género” em vez de “sexo” e “etnia” em vez de “raça” na Constituição
A substituição do conceito de raça pelo de etnia e a de sexo por género são as principais propostas dos partidos de esquerda ao princípio da igualdade, que hoje começou a ser discutido na comissão para a revisão constitucional.
PSD e CDS-PP defenderam a manutenção do artigo 13 da Lei Fundamental como está, argumentando que a sua formulação é suficientemente perceptível, embora os sociais-democratas tenham admitido a “vantagem de uma certa modernidade de linguagem e de conceitos”.
A Constituição estabelece naquele artigo que “ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual”.
O PCP propõe a “eliminação da expressão ultrapassada” que considera ser a de “raça” pela expressão “origem étnica”, conforme defendeu o líder da bancada comunista, Bernardino Soares, propondo igualmente que a discriminação em função da orientação sexual esteja “a meio do artigo” e não no final, como actualmente.
No mesmo sentido, o deputado do BE José Soeiro sublinhou que “a raça é um conceito sem sustentação, produzido pela ideologia fascista e colonialista”, argumentando também pela vantagem de utilização da palavra “género” em lugar de “sexo”.
“O género refere-se ao papel social, que é aprendido. Usa-se o termo desigualdade de género para acentuar o carácter social dessa desigualdade, que é precisamente aquilo que permite que a desigualdade desapareça”, sustentou, referindo “a única diferença é de distribuição de poder na sociedade” e não uma diferença biológica como o termo “sexo” pode sugerir.
A vice-presidente da bancada do PS Ana Catarina Mendes defendeu igualmente a introdução do conceito de género, considerando ter uma maior “aproximação aquilo que é hoje a dinâmica social”, assim como a utilização do termo “etnia”, que é “mais amplo” que o de “raça”, sendo este último “ultrapassado e com conotações ideológicas”.
O deputado do PSD Marques Guedes afirmou que “pode-se admitir a vantagem de uma certa modernidade de linguagem e de conceitos”, mas frisou que “só continua a haver sexo masculino e feminino”, portanto “em termos verdadeiros, em termos do princípio da igualdade”, é perceptível quer conste género ou sexo.
O deputado rejeitou, por outro lado, “que se possa diabolizar” a palavra “raça”, que “sempre esteve na Constituição”, admitindo-se, contudo, receptivo à ideia de que “há uma evolução da terminologia usada na sociedade”.
Telmo Correia, pelo CDS-PP, recusou a entrada num “concurso de politicamente correcto”, argumentando que “o artigo como está percebe-se” e é “suficientemente preventivo da discriminação”.
“Os Verdes” concordam com as alterações, apesar de não as terem proposto, avançando com a introdução do princípio da não discriminação em função do “estado civil, deficiência e risco agravado de doença”, o que motivou fortes críticas por parte do PSD.
Para Marques Guedes, a deficiência e o risco agravado de doença não podem constar do artigo 13 “porque a legislação portuguesa em muitos casos confere direitos acrescidos aos deficientes e muito bem”, frisando que o artigo “não tem apenas a ver apenas com discriminação de direitos, tem a ver com benefícios”, que, de acordo com o deputado, poderiam estar em causa com a proposta do PEV.
Heloisa Apolónia contrapôs que a “discriminação positiva” não é um “privilégio”, mas “um meio de garantir o princípio da igualdade”.
Telmo Correia não alinhou com as críticas dos sociais-democratas, considerando que “a proposta da introdução da deficiência faz todo o sentido”.
confesso que tive de esfregar os olhos quando deparei com esta notícia para perceber se era ou não um sonho...mas não era e tenho que me render às evidências. o delirio colectivo de toda esta gente é total, assim como o fanatismo.
"raça" é uma palavra com conotação ideológica?? com conotação ideológica é o "à-vontade", a desfaçatez e o totalitarismo fanático com que esta gente define o que é ou não "ultrapassado" e "moderno", o que é ou não permissivel, o que se pode ou não pode dizer, impondo os seus próprios valores a toda a sociedade como se fossem igualmente de todos.
a ignorância e fanatismo é tal que se chega a afirmar que a palavra "raça" é de origem "fascista", quando o termo existia já muitos séculos antes de 1922 (surgimento do fascismo na Itália)
repare-se ainda na forma abjecta como se defende abertamente a "discriminação positiva" como algo bom.
tudo isto é aberrante demais para ser verdadeiro.
no entanto, não se pense que os esquerdistas têm o exclusivo de culpas, veja-se os sociais-democratas que alinham "pela metade" com a ditadura cultural esquerdista, ficando-se por algumas criticas "light" mas concordando pela metade com as propostas.
o único partido a não concordar com estas propostas, foi o CDS. no entanto, também não é isento de culpas, uma vez que também ele concorda com o que considera "prevenção da discriminação" e apenas diverge quanto à terminologia, não quanto à essência da questão.
A substituição do conceito de raça pelo de etnia e a de sexo por género são as principais propostas dos partidos de esquerda ao princípio da igualdade, que hoje começou a ser discutido na comissão para a revisão constitucional.
PSD e CDS-PP defenderam a manutenção do artigo 13 da Lei Fundamental como está, argumentando que a sua formulação é suficientemente perceptível, embora os sociais-democratas tenham admitido a “vantagem de uma certa modernidade de linguagem e de conceitos”. A Constituição estabelece naquele artigo que “ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual”.
O PCP propõe a “eliminação da expressão ultrapassada” que considera ser a de “raça” pela expressão “origem étnica”, conforme defendeu o líder da bancada comunista, Bernardino Soares, propondo igualmente que a discriminação em função da orientação sexual esteja “a meio do artigo” e não no final, como actualmente.
No mesmo sentido, o deputado do BE José Soeiro sublinhou que “a raça é um conceito sem sustentação, produzido pela ideologia fascista e colonialista”, argumentando também pela vantagem de utilização da palavra “género” em lugar de “sexo”.
“O género refere-se ao papel social, que é aprendido. Usa-se o termo desigualdade de género para acentuar o carácter social dessa desigualdade, que é precisamente aquilo que permite que a desigualdade desapareça”, sustentou, referindo “a única diferença é de distribuição de poder na sociedade” e não uma diferença biológica como o termo “sexo” pode sugerir.
A vice-presidente da bancada do PS Ana Catarina Mendes defendeu igualmente a introdução do conceito de género, considerando ter uma maior “aproximação aquilo que é hoje a dinâmica social”, assim como a utilização do termo “etnia”, que é “mais amplo” que o de “raça”, sendo este último “ultrapassado e com conotações ideológicas”.
O deputado do PSD Marques Guedes afirmou que “pode-se admitir a vantagem de uma certa modernidade de linguagem e de conceitos”, mas frisou que “só continua a haver sexo masculino e feminino”, portanto “em termos verdadeiros, em termos do princípio da igualdade”, é perceptível quer conste género ou sexo.
O deputado rejeitou, por outro lado, “que se possa diabolizar” a palavra “raça”, que “sempre esteve na Constituição”, admitindo-se, contudo, receptivo à ideia de que “há uma evolução da terminologia usada na sociedade”.
Telmo Correia, pelo CDS-PP, recusou a entrada num “concurso de politicamente correcto”, argumentando que “o artigo como está percebe-se” e é “suficientemente preventivo da discriminação”.
“Os Verdes” concordam com as alterações, apesar de não as terem proposto, avançando com a introdução do princípio da não discriminação em função do “estado civil, deficiência e risco agravado de doença”, o que motivou fortes críticas por parte do PSD.
Para Marques Guedes, a deficiência e o risco agravado de doença não podem constar do artigo 13 “porque a legislação portuguesa em muitos casos confere direitos acrescidos aos deficientes e muito bem”, frisando que o artigo “não tem apenas a ver apenas com discriminação de direitos, tem a ver com benefícios”, que, de acordo com o deputado, poderiam estar em causa com a proposta do PEV.
Heloisa Apolónia contrapôs que a “discriminação positiva” não é um “privilégio”, mas “um meio de garantir o princípio da igualdade”.
Telmo Correia não alinhou com as críticas dos sociais-democratas, considerando que “a proposta da introdução da deficiência faz todo o sentido”.
confesso que tive de esfregar os olhos quando deparei com esta notícia para perceber se era ou não um sonho...mas não era e tenho que me render às evidências. o delirio colectivo de toda esta gente é total, assim como o fanatismo.
"raça" é uma palavra com conotação ideológica?? com conotação ideológica é o "à-vontade", a desfaçatez e o totalitarismo fanático com que esta gente define o que é ou não "ultrapassado" e "moderno", o que é ou não permissivel, o que se pode ou não pode dizer, impondo os seus próprios valores a toda a sociedade como se fossem igualmente de todos.
a ignorância e fanatismo é tal que se chega a afirmar que a palavra "raça" é de origem "fascista", quando o termo existia já muitos séculos antes de 1922 (surgimento do fascismo na Itália)
repare-se ainda na forma abjecta como se defende abertamente a "discriminação positiva" como algo bom.
tudo isto é aberrante demais para ser verdadeiro.
no entanto, não se pense que os esquerdistas têm o exclusivo de culpas, veja-se os sociais-democratas que alinham "pela metade" com a ditadura cultural esquerdista, ficando-se por algumas criticas "light" mas concordando pela metade com as propostas.
o único partido a não concordar com estas propostas, foi o CDS. no entanto, também não é isento de culpas, uma vez que também ele concorda com o que considera "prevenção da discriminação" e apenas diverge quanto à terminologia, não quanto à essência da questão.
isto não vai ficar esquecido. quando nos vierem atirar à cara que o "nazismo" ou o "racismo" são totalitários, essa gente vai levar de volta com isto, para que as pessoas saibam quem são verdadeiramente os totalitários, como são e como operam. quem é que anda a alterar arbitrariamente (e ideologicamente), a seu bel-prazer, palavras e termos que sempre existiram, para os proibir. um dia mais tarde, no futuro, saber-se-á quem são, de facto, os totalitários.....e sobretudo, as aberrações da sociedade.
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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
igreja sempre pelos imigrantes
Imigração: Igreja Católica pede ao Governo para não recuar no Plano de Integração
A Igreja Católica pediu hoje ao Governo para não recuar no II Plano de Integração de Imigrantes e reclamou uma “atenção permanente” aos problemas dos estrangeiros que vivem em Portugal.
“Importa não recuar na aposta interministerial do Plano de Integração de Imigrantes em curso, na atenção permanente a novos problemas entre a população imigrante, como idosos indocumentados e abandonados e a promoção da diversidade e da interculturalidade”, lê-se nas conclusões do XI Encontro de Formação de Agentes Sócio Pastorais das Migrações, que hoje terminou em Fátima.
O documento, que considera “exemplar” para outros países da União Europeia a política nacional de acolhimento e integração de imigrantes, sublinha, contudo, que a chegada das primeiras vagas de imigrantes a Portugal “nem sempre encontrou projectos de acolhimento e integração estáveis e adequados às suas características”.
O texto final do encontro, que discutiu “a primeira década de uma nova era nas migrações”, alerta ainda que “os imigrantes também são vítimas da crise económica e social”, que os coloca “em situação de maior vulnerabilidade” e expostos “a tensões sociais nos países de acolhimento pela crescente procura de todos os postos de trabalho”.
Prometendo dar “particular atenção aos imigrantes destituídos de direitos” e procurar “garantir protecção social para todos, sobretudo os que, por causa da perda do emprego, vêem a sua situação de regularidade ameaçada”, os participantes comprometem-se ainda a promover a interculturalidade, cumprindo o desafio “primeiro” do acolhimento: “Conhecer o outro sem generalizar conceitos ou preconceitos”.
O documento adverte igualmente que “os fluxos migratórios não são suficientes para resolver o problema português do rejuvenescimento da população e das lacunas no mercado de trabalho”.
Embora reconhecendo que os imigrantes assumem “um importante papel de ajustamento demográfico”, as conclusões deste encontro sublinham que o equilíbrio demográfico deve resultar de “políticas públicas e privadas de protecção à família e incentivo à natalidade, a acontecer num quadro de transformação de valores colectivos e comportamentos pessoais”.
O encontro, que reuniu cerca de uma centena de pessoas, foi uma organização da Agência Ecclesia, Cáritas Portuguesa e Obra Católica Portuguesa de Migrações.
FONTE
a igreja, portanto, igual a si mesma. os mesmos argumentos, de que os imigrantes "resolvem" o problema de rejuvenescimento da população, de que são precisos, de que também sofrem com a crise (os imigrantes primeiro que os nacionais), a multiculturalidade é precisa, etc, etc
é, portanto, disco velho já gasto, mas ainda assim, torna-se necessário "avivar" a memória ou chamar a atenção a alguns distraidos.
A Igreja Católica pediu hoje ao Governo para não recuar no II Plano de Integração de Imigrantes e reclamou uma “atenção permanente” aos problemas dos estrangeiros que vivem em Portugal.
“Importa não recuar na aposta interministerial do Plano de Integração de Imigrantes em curso, na atenção permanente a novos problemas entre a população imigrante, como idosos indocumentados e abandonados e a promoção da diversidade e da interculturalidade”, lê-se nas conclusões do XI Encontro de Formação de Agentes Sócio Pastorais das Migrações, que hoje terminou em Fátima.
O documento, que considera “exemplar” para outros países da União Europeia a política nacional de acolhimento e integração de imigrantes, sublinha, contudo, que a chegada das primeiras vagas de imigrantes a Portugal “nem sempre encontrou projectos de acolhimento e integração estáveis e adequados às suas características”.
O texto final do encontro, que discutiu “a primeira década de uma nova era nas migrações”, alerta ainda que “os imigrantes também são vítimas da crise económica e social”, que os coloca “em situação de maior vulnerabilidade” e expostos “a tensões sociais nos países de acolhimento pela crescente procura de todos os postos de trabalho”.
Prometendo dar “particular atenção aos imigrantes destituídos de direitos” e procurar “garantir protecção social para todos, sobretudo os que, por causa da perda do emprego, vêem a sua situação de regularidade ameaçada”, os participantes comprometem-se ainda a promover a interculturalidade, cumprindo o desafio “primeiro” do acolhimento: “Conhecer o outro sem generalizar conceitos ou preconceitos”.
O documento adverte igualmente que “os fluxos migratórios não são suficientes para resolver o problema português do rejuvenescimento da população e das lacunas no mercado de trabalho”.
Embora reconhecendo que os imigrantes assumem “um importante papel de ajustamento demográfico”, as conclusões deste encontro sublinham que o equilíbrio demográfico deve resultar de “políticas públicas e privadas de protecção à família e incentivo à natalidade, a acontecer num quadro de transformação de valores colectivos e comportamentos pessoais”.
O encontro, que reuniu cerca de uma centena de pessoas, foi uma organização da Agência Ecclesia, Cáritas Portuguesa e Obra Católica Portuguesa de Migrações.
FONTE
a igreja, portanto, igual a si mesma. os mesmos argumentos, de que os imigrantes "resolvem" o problema de rejuvenescimento da população, de que são precisos, de que também sofrem com a crise (os imigrantes primeiro que os nacionais), a multiculturalidade é precisa, etc, etc
é, portanto, disco velho já gasto, mas ainda assim, torna-se necessário "avivar" a memória ou chamar a atenção a alguns distraidos.
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
a verdade nua e crua sobre o marxismo sionista
Marxist jews, butchers from hell
"Judeus" por trás do Comunismo Soviético
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quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
1º candidato a belém defende multiculturalismo
Cavaco Silva defende liberdade religiosaO Presidente da República e candidato presidencial, Cavaco Silva, defendeu esta quarta-feira a liberdade religiosa, num discurso em que citou o Talmude, o Alcorão e Gandhi, e considerou que o diálogo entre religiões é necessário à Europa.
Na sua qualidade de candidato às Presidenciais de 23 de Janeiro de 2011, Cavaco Silva almoçou com representantes de várias comunidades religiosas, num restaurante de Lisboa.
"Sou cristão, como sabeis. Entendo que todas as religiões do bem nos aproximam de Deus. Acredito firmemente que todas elas fazem parte do plano de Deus para abrir as portas a uma nova era de esperança. Sinto-me, por isso, em casa quando me encontro com os crentes das religiões do bem", declarou, no início da sua intervenção.
Em seguida, Cavaco Silva considerou que os portugueses são "herdeiros de um património histórico no qual a fé iluminou o modo de ser e de estar" e abriram "o mundo ao diálogo universal", tornando-se "um povo vocacionado para o reconhecimento do valor da pluralidade religiosa".
"Entre nós, os crentes das mais diversas religiões vivem a sua fé em liberdade. Por isso, exultamos quando os líderes das diferentes religiões empreendem um diálogo aberto e prometedor - um diálogo necessário à própria Europa", completou.
Cavaco Silva defendeu que "cada ser humano possui o direito inviolável de praticar a religião que entender ou de não praticar nenhuma religião" e que "o exemplo de diálogo e de respeito dado pelas religiões do bem deve ser entendido pelos estados".
"Os poderes públicos que ofenderam a liberdade combatendo e até proibindo a religião não conseguiram abalar a fé dos homens, mas conseguiram algo muito negativo: empobrecer espiritual, moral e socialmente as suas comunidades", criticou.
Segundo o candidato Presidencial apoiado pelo PSD, CDS-PP e MEP, "a religião responde às aspirações mais profundas do homem" e "as religiões do bem apresentam uma virtude preciosa nos tempos atribulados que vivemos: são também religiões de esperança".
"Nestes tempos, deve ser dada a palavra aos portadores de uma mensagem de esperança, deve ser dada a palavra àqueles que se preocupam com o outro e que para ele estão disponíveis", disse.
No seu entender, "todas as religiões do bem têm desde sempre procurado responder à pergunta fundamental que interpela o homem: que fizeste do teu irmão?" e Portugal precisa que "os crentes das religiões da esperança dêem testemunho das suas razões para esperar um mundo melhor".
Antes, discursou o presidente da Comunidade Islâmica de Lisboa, Abdool Vakil, que apontou Cavaco Silva como um garante de que em Portugal continuará a existir "um ambiente de liberdade, de respeito mútuo" entre religiões, numa época em que a "islamofobia" cresce, "infelizmente, em vários países da Europa".
"Tranquiliza-me na pessoa do candidato Cavaco Silva a sua reconhecida competência, as suas excepcionais capacidades de liderança e a determinação que transparece em restaurar a confiança e a credibilidade em Portugal e, muito especialmente, a necessária autoestima dos portugueses", afirmou o antigo presidente do Banco Português de Negócios (BPN).
FONTE
como sempre, a cristandade submissa baixa as calças a islâmicos, judeus e sabe-se lá que mais...
mas mais grave do que isso, é encontrar-se com representantes dessas seitas - como se não bastasse o próprio cristianismo - em solo português. se ele quer "diálogo" que vá "dialogar" sozinho para o Médio Oriente. aliás, não foi este senhor aqui que disse que se sentia em casa na Turquia????
enfim, depois, lamentar o crescimento da "islamofobia" em vários países europeus (ao mesmo tempo ignorando todos os maleficios, abusos e crimes dessa seita em solo estrangeiro) vai bem na linha dos valores cristãos de submissão e rendição, dos quais este Cavaco é fiel acólito.
é "isto" que vai ser reeleito para o cargo de presidente da Républica mais cinco anos???
pensem bem, senhores, antes de votar em qualquer um. ou votar no(s) partido(s) que o apoiam.
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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
camões ignorava que era um galego

o poeta camões ignorava que era filho de galegos , logo um galego, nascesse onde nascesse, fosse em Coimbra, Lisboa ou Alcaber-Quibir.
"A Casa ancestral dos Camões tinha as suas origens na Galiza, não longe do Cabo Finisterra. Por via paterna, Luís de Camões seria descendente de Vasco Pires de Camões, trovador galego, guerreiro e fidalgo, que se mudou para Portugal em 1370..."
porque só essa ignorância explica isto:
"Ó sórdidos Galegos, duro bando,
Que para resistirdes vos armastes,
Aqueles, cujos golpes já provasses."
Os Lusíadas, canto IV; estrofe 10
nota: Camões não faz distinção entre Lusos e Lusitanos, são o mesmo. aliás, atribui a fundação da Lusitânia à personagem mitológica de Luso.
"Este que vês é Luso, donde a fama
O nosso Reino Lusitânia chama."
Os Lusiadas, canto VIII; estrofe 2
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
o polvo
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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
conservadorismo
quantas vezes muitos de nós, não ouvimos já o argumento de que todos os "extremos" são maus, seja de "direita" ou seja de "esquerda" e que a virtude está no pensamento politico moderado e supostamente "conservador" ou de centro???
decerto muitas vezes já ouvimos estes argumentos, mas que na realidade não passam de falácias e retórica vazia, sem profundidade.
será que o termo "conservador" significa aquilo que essas pessoas querem que signifique?
conservador é quem conserva. a conservação implica tudo. implica conservar as tradições, a terra, a cultura, a história, o sangue. quem quer conservar isto tudo, é que é conservador.
haverá, então, alguma coisa mais conservadora do que a politica nacionalista ou nacional-socialista?
um exemplo, quantos de nós não ouvimos já pessoas horrorizadas com o simbolo da suástica, classificando-a de "extremista", "radical", "ofensiva", tentando demonizar e diabolizar esse simbolo, através da estigmatização da imagem, como também fazem com palavras ou sons (rrracista, fasccista, naziii) criando um reflexo negativo imediato na mente de todos quanto ouvem esses sons ou observam esses simbolos.
é ponto assente. a suástica é "radical", "extremista" e nada conservadora.
será mesmo assim??
quem conhece mesmo os factos, e não é ignorante, então sabe que não existe coisa mais conservadora neste mundo do que uma bela suástica, um simbolo milenar usado pelos nossos antepassados indo-europeus.
haverá, afinal, coisa mais conservadora do que a recuperação, conservação e eternização de um belo simbolo ancestral milenar e tradicional. a suástica é o simbolo do verdadeiro conservadorismo: sangue, terra, cultura, tradição, familia!
ainda por cima, a suástica de 3 braços (trisquel) representa o equilibrio entre mente, corpo e espirito...
os "moderados" (ou os esquerdas) nunca se preocuparam em conservar tradições, nunca se preocuparam com a divulgação histórica, com a preservação étnica, cultural, etc, etc
tudo o que uns e outros buscam é a pura alienação, com vista a estabelecer a sua sociedade de dialéctica puramente materialista e voraz dividida em dois tentáculos: esquerda e direita!
só isto conta para eles, só esta "luta" conta, tudo o resto é como se não existisse e é para abater/alienar, pois é um grande estorvo nesta dialéctica.
por isso tanto medo e tanto ódio dos supostos "extremistas". penso que quem não tivesse medo, não se preocuparia tanto em taxar algo de "extremista".
eis aqui um exemplo de "conservadorismo" dos "moderados" em Portugal.
outro exemplo será o governo e a sua aceitação do acordo ortográfico...ou os casamentos gay, etc
posto isto, quem são, afinal, os verdadeiros conservadores???
decerto muitas vezes já ouvimos estes argumentos, mas que na realidade não passam de falácias e retórica vazia, sem profundidade.
será que o termo "conservador" significa aquilo que essas pessoas querem que signifique?
conservador é quem conserva. a conservação implica tudo. implica conservar as tradições, a terra, a cultura, a história, o sangue. quem quer conservar isto tudo, é que é conservador.
haverá, então, alguma coisa mais conservadora do que a politica nacionalista ou nacional-socialista?um exemplo, quantos de nós não ouvimos já pessoas horrorizadas com o simbolo da suástica, classificando-a de "extremista", "radical", "ofensiva", tentando demonizar e diabolizar esse simbolo, através da estigmatização da imagem, como também fazem com palavras ou sons (rrracista, fasccista, naziii) criando um reflexo negativo imediato na mente de todos quanto ouvem esses sons ou observam esses simbolos.
é ponto assente. a suástica é "radical", "extremista" e nada conservadora.
será mesmo assim??
quem conhece mesmo os factos, e não é ignorante, então sabe que não existe coisa mais conservadora neste mundo do que uma bela suástica, um simbolo milenar usado pelos nossos antepassados indo-europeus.
haverá, afinal, coisa mais conservadora do que a recuperação, conservação e eternização de um belo simbolo ancestral milenar e tradicional. a suástica é o simbolo do verdadeiro conservadorismo: sangue, terra, cultura, tradição, familia!
ainda por cima, a suástica de 3 braços (trisquel) representa o equilibrio entre mente, corpo e espirito...
os "moderados" (ou os esquerdas) nunca se preocuparam em conservar tradições, nunca se preocuparam com a divulgação histórica, com a preservação étnica, cultural, etc, etc
tudo o que uns e outros buscam é a pura alienação, com vista a estabelecer a sua sociedade de dialéctica puramente materialista e voraz dividida em dois tentáculos: esquerda e direita!
só isto conta para eles, só esta "luta" conta, tudo o resto é como se não existisse e é para abater/alienar, pois é um grande estorvo nesta dialéctica.
por isso tanto medo e tanto ódio dos supostos "extremistas". penso que quem não tivesse medo, não se preocuparia tanto em taxar algo de "extremista".
eis aqui um exemplo de "conservadorismo" dos "moderados" em Portugal.
outro exemplo será o governo e a sua aceitação do acordo ortográfico...ou os casamentos gay, etc
posto isto, quem são, afinal, os verdadeiros conservadores???
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segunda-feira, 29 de novembro de 2010
salazarismo não é nacionalismo...

salazarismo é, sempre foi e será salazarismo, apenas e só salarazismo. poderá, eventualmente, tentar "colar-se" a essa história dos nacionalismos, das identidades ou até das "raças" e "etnias", mas não tem absolutamente nada a ver com essas coisas. até se opõe claramente a elas. tem mais a ver com a igreja católica ou com o judaismo do que com os nacionalismos e nacional-socialismos.
poderá eventualmente dizer que tem simbolos ou gestos parecidos, mas não passa disso mesmo.
já que se fala muito nas supostas ligações do "fascismo" (em particular o português
e ibérico) com o nacional-socialismo, nunca é demais lembrar a neutralidade da Ibéria no conflito da II Guerra. no caso português, não só manteve a neutralidade e a velha aliança com a Inglaterra, como cedeu a base das lajes nos Açores aos aliados (primeiro Inglaterra, depois EUA) e, ainda por cima, recebeu milhares de refugiados judeus em Portugal (tal como Franco o fez em Espanha) que fugiam do regime nazi.
também não é demais lembrar que Franco chegou ao poder em Espanha com exércitos de 60 mil marroquinos e, tal como o homólogo Salazar, também dizia que a Espanha era "multirracial".
até o próprio Mussolini viu, em 1922, milhares de judeus aderir ao seu movimento pela tomada do poder... para não falar das suas conquistas em Àfrica!
essas figuras lutaram apenas para conservar os seus regimes e os seus interesses pessoais imediatos, nunca por uma Europa nacionalista, nacional-socialista nem identitária. e não tiveram a minima hesitação em abrir as portas dos dois estados ibéricos sionistas para "proteger" os seus parentes judeus.
terça-feira, 16 de novembro de 2010
o mito do NS esquerdista...

“O socialismo é a ciência que se ocupa do bem comum. Socialismo e comunismo não são a mesma coisa. O marxismo não é socialismo, são inimigos eternos. Os marxistas apropriaram-se do termo e mudaram o seu significado. Vou tirar o socialismo dos socialistas. (…) Os nossos antepassados compartilhavam terras e cultivavam a ideia do bem comum. O marxismo não tem o direito de disfarçar-se de socialismo. Ao contrário do marxismo, o socialismo não rejeita a propriedade privada. Ao contrário do marxismo, não implica renegar a própria personalidade. Ao contrário do marxismo, o socialismo é patriótico e nacionalista. Não somos internacionalistas, pois isso é Marxismo(Comunismo). Nós somos Socialistas, pois o Socialismo é Nacionalista" . (…) Exigimos que o Estado satisfaça as justas reclamações das classes produtoras com base na solidariedade racial. Para nós, Estado e raça são a mesma coisa.”
(Hitler, Resposta a George Sylvester Viereck, Liberty, 1932.)
“O meu socialismo é outra coisa diferente do marxismo. O meu socialismo não é a luta de classes, mas a ordem (…) Eu vos peço que leveis convosco a convicção que o socialismo, tal qual nós o compreendemos, visa não à felicidade dos indivíduos, mas sim a grandeza e o futuro da nação inteira. É um socialismo heróico. É o laço de uma fraternidade de armas que não enriquece ninguém e põe tudo em comum”
(Adolf Hitler – Coopération, Paris 1939, p. 201)
"Nenhum Homem saudável pode ser Marxista(Comunista). Os Homens sadios reconhecem o valor do indivíduo. Enfrentamos as forças do desastre e da degeneração."
(Adolf Hitler)
"O nacional-socialismo é socialista não na forma tradicional de socialismo, mas sim interpretando o socialismo como “exaltação do social”.”
(Adolf Hitler)
Palavras do próprio Adolf Hitler para acabar de vez com alguns mitos, confusões e deturpações. Nacional-Socialismo não é comunismo ou semi-comunismo, nem uma mera variante "racista" do comunismo, nem extrema-direita com politicas económicas de esquerda ou marxistas.
Nacional-Socialismo não é nada disso. Não é comunismo, nem capitalismo. Não é "esquerda", nem "direita". Socialismo também não é, nem nunca foi esquerda ou extrema-esquerda; pelo menos até uns "revolucionários" de 1917 lhe colocarem esse apodo, talvez esperando obter dividendos com essa estratégia politica de "colagem" e "camuflagem". Socialismo NÃO É "comunismo económico".
não é por acaso que a própria palavra "Nacional" precede a palavra "Socialismo" podendo até essa ordem alterar substancialmente o próprio sentido da palavra "socialismo".
Nacional-Socialismo é o socialismo da nação, ou seja, o bem-estar da nação. Não implica quaisquer medidas económicas mais de "esquerda" ou de "direita". Não implica luta de classes, fim da propriedade privada, colectivização...nada disso. Como o próprio Adolf Hitler diz, o Socialismo é o bem-estar social ...da nação, claro, e não o bem-estar "internacional".
Mas o "bem-estar" não implica nenhuma das medidas marxistas. Aliás, nem implica o Estado absoluto, nem a ausência total de Estado. Está acima de qualquer "esquerda" ou de qualquer "direita". Está acima dessa falsa dicotomia, criada recentemente por alguns individuos sem escrupulos e com interesses, que somente pretendiam o lucro fácil e pessoal de curto prazo, fossem de "esquerda" ou de "direita".
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
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